<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-490892363763628284</id><updated>2011-08-20T06:38:02.798-07:00</updated><category term='idosos'/><category term='dt'/><category term='ipss'/><category term='cnis'/><category term='Director técnico'/><category term='economia social'/><category term='vencimentos'/><title type='text'>Luis Jacob</title><subtitle type='html'>Blog de opinião e debate sobre gerontologia, acção social e gestão de ipss.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://luisjacob.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/490892363763628284/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisjacob.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luis Jacob</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938466378299070456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SSwsQC0BFpI/AAAAAAAAAAU/IJ4hcM4Psmc/S220/euesses.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-490892363763628284.post-4806171312661840344</id><published>2009-01-23T17:56:00.000-08:00</published><updated>2009-01-25T11:19:17.094-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vencimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dt'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cnis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ipss'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Director técnico'/><title type='text'>Vencimentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SXqFz8skSRI/AAAAAAAAABo/w5Wzgclc8-w/s1600-h/op.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; FLOAT: left; HEIGHT: 96px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294691439440316690" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SXqFz8skSRI/AAAAAAAAABo/w5Wzgclc8-w/s200/op.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; Sou várias vezes solicitado para indicar os vencimentos das &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; e das &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;SCM&lt;/span&gt; no &lt;a href="http://www.socialgest.pt/"&gt;site&lt;/a&gt;. Como tal coloquei recentemente os valores (ver Recursos Humanos) desde 2006 até 2008 e uma previsão para 2009. Fui "inundado" de "reclamações" e dúvidas sobre os mesmos, sobretudo sobre a diferença de ordenados entre os técnicos e as educadoras de infância/professores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto aos vencimentos e categorias tenho a dizer o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - Em 2001, o governo do Eng. Guterres por pressão dos sindicatos dos professores, ao qual as educadores inteligentemente se associaram, equiparou os vencimentos do pessoal docente das &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; ao sector público. Infelizmente, esqueceu-se de fazer o mesmo ás restantes categorias. No inicio isso não trouxe grandes problemas nas &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt;, mas após alguns anos e com a subida gradual dos vencimentos das educadores, veio ao cima a enorme injustiça que se tinha criado. Pessoalmente comecei a ter "problemas" quando em 2003 uma educadora passou a ter um vencimento superior ao meu. Isso porque quando fui contratado era claro para a Direcção que o Director Técnico, pelas suas funções e responsabilidades, devia ter sempre o vencimento mais alto. Claro? Bem claro em 1999, não em 2003. Apesar de ter feito uma exposição à Direcção, o resultado foi o óbvio. É a lei, é o contrato colectivo, etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A verdade é que eu era o responsável por todas as valências e por todos os funcionários e ganhava menos que uma funcionária pelo qual era responsável e tinha a seu cargo uma sala de jardim de infância. A questão não é o vencimento do pessoal docente, mas sim os vencimentos dos restantes técnicos superiores, nomeadamente os que têm funções directivas.&lt;br /&gt;Factos:&lt;br /&gt;a) O salário máximo de uma educadora é 5,5 vezes superior ao de uma auxiliar de serviços gerais e 2,3 ao salário do Director Técnico. Esta situação não acontece unicamente nas &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; e é umas das principais razões para o &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-corrected"&gt;desequilíbrio&lt;/span&gt; social que há em Portugal. Ex: No ensino superior o vencimento do Presidente de um Politécnico é 4,5 vezes superior ao de um técnico superior e 12(!) superior ao de uma empregada de limpeza! O Estado nem sempre dá bons exemplos!&lt;br /&gt;b) As educadoras podem ter oito aumentos de ordenado, os técnicos superiores 3 e o &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt; nenhum.&lt;br /&gt;b) As educadoras que têm funções de coordenação ainda tem um subsidio suplementar de 25%.&lt;br /&gt;c) Parte do vencimento do pessoal docente é pago pelo Ministério da Educação.&lt;br /&gt;d) Há dúvidas se a subida de escalão do pessoal docente é automático ou está sujeita ao "x anos de bom e efectivo serviço". Os sindicatos afirmam que bastam os anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - Quando ajudei a constituir a Associação dos Directores Técnicos, &lt;a href="http://www.anadtis.pt/"&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;ANADTIS&lt;/span&gt;,&lt;/a&gt; em Novembro de 2004, enviamos à Direcção da &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;CNIS&lt;/span&gt;, na altura presidida pelo Cónego Crespo. uma lista com algumas sugestões para o novo &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;CCT&lt;/span&gt; para as &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; que incluía a criação da categoria de Director Técnico Social e a categoria de Técnico Superior (para englobar os educadores sociais, animadores, gestores de recursos humanos e outros licenciados), a junção das ajudantes de lar com as ajudantes de apoio domiciliário (tema da minha &lt;a href="http://www.socialgest.pt/_dlds/tesedemestradoluis.pdf"&gt;tese de mestrado&lt;/a&gt;), etc. Infelizmente só foi atendida a sugestão das ajudantes. Perdeu-se uma oportunidade de clarificar algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - Por vezes há uma certa confusão entre Director Técnico e Director de Serviços. Mas é simples, a categoria de Director de Serviços foi criada pela ex-&lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;UIPSS&lt;/span&gt; para quando um elemento da Direcção assume funções executivas e é remunerado. É óbvio que sendo um elemento da Direcção deva estar no topo das categorias e com o maior vencimento. Não há requisitos para ocupar este posto, porque alguns elementos das Direcções tem habilitações literárias baixas. A categoria de Director Técnico pura e simplesmente não existe por inércia das entidades patronais do sector social. A explicação que me deram e que aceito parcialmente é que como o &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt; é um cargo de confiança, quando esta se quebra a instituição não pode tirar a pessoa do cargo, se existir a categoria de &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt;. Mas está soa-me a uma falsa questão, sendo que a principal razão é que com a criação deste categoria, as &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; teriam que pagar um vencimento maior e não como a maioria das &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; faz actualmente que contacta os técnicos com uma categoria inferior e depois exige-lhes funções de &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt;, com o mesmo vencimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A meu ver, e agora falo como actual Presidente de uma &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; e ex-&lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt;, a &lt;span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error"&gt;CNIS&lt;/span&gt; devia criar a categoria de Director Técnico, equivalente a Director de Serviços, com dois requisitos, só disponível para licenciados nas áreas sociais e em comissão de serviço por um tempo pré-estabelecido. Passados alguns anos e se Direcção não estiver satisfeita com o trabalho do &lt;span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt; termina a comissão de serviço e a pessoa volta á categoria anterior. Poderia haver 2 ou 3 carreiras de &lt;span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error"&gt;DT&lt;/span&gt;, com vencimentos diferentes, consoante a dimensão das &lt;span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt;, porque acredito que muitas &lt;span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; não tem reais capacidades de pagar um vencimento superior.&lt;br /&gt;Com esta solução ponha-se fim à confusão que reina nas &lt;span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error"&gt;IPSS&lt;/span&gt; por causa deste cargo, que é obrigatório por lei e exigido pela segurança social mas em que todos parecem assobiar para o lado.&lt;br /&gt;Fica aberto o debate. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/490892363763628284-4806171312661840344?l=luisjacob.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luisjacob.blogspot.com/feeds/4806171312661840344/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=490892363763628284&amp;postID=4806171312661840344' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/490892363763628284/posts/default/4806171312661840344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/490892363763628284/posts/default/4806171312661840344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisjacob.blogspot.com/2009/01/vencimentos.html' title='Vencimentos'/><author><name>Luis Jacob</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938466378299070456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SSwsQC0BFpI/AAAAAAAAAAU/IJ4hcM4Psmc/S220/euesses.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SXqFz8skSRI/AAAAAAAAABo/w5Wzgclc8-w/s72-c/op.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-490892363763628284.post-5912757556379170128</id><published>2008-11-25T09:01:00.001-08:00</published><updated>2008-11-26T14:18:43.924-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ipss'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='idosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Director técnico'/><title type='text'>A aventura de ser Director Técnico</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SS3D1boUv_I/AAAAAAAAABY/5acEj7wulSg/s1600-h/IM000442.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 160px; FLOAT: left; HEIGHT: 120px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273086061438091250" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SS3D1boUv_I/AAAAAAAAABY/5acEj7wulSg/s320/IM000442.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SS3A__VHsQI/AAAAAAAAABQ/9EMUNzIFjps/s1600-h/DSC00101.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comecei a minha aventura como Director Técnico de uma IPSS em 1999, dois anos após concluir a licenciatura de Educação Social. Tive a sorte e o privilégio de trabalhar numa instituição que tinha várias valências (Creche familiar, pré-escolar, CATL, SAD e Lar de idosos) o que me permitiu conhecer as várias vertentes da acção social. Também tive a felicidade de trabalhar lado-a-lado com a chefe de secretária, que era uma pessoa com muitos anos de experiência, e que me ajudou muito no início.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não posso dizer que os primeiros dias foram de pânico porque já tinha alguma experiência em gerir equipas e organização, mas foram de algum receio e ansiedade. Considero que o trabalho de DT é complicado por três motivos:&lt;br /&gt;1 – Está “encravado” entre a Direcção e os funcionários, por vezes é encarado pela direcção como o “sindicalista de serviço” e pelos funcionários como o “moço de recados” da direcção. Esta situação é delicada e exige muita diplomacia e bom senso. Passei algumas situações complicadas, ou porque a Direcção pedia-me que “esquecesse” alguns dos direitos dos funcionários ou porque estes se “esqueciam” dos seus deveres. Por vezes tive que tomar parte por um dos lados, e foi quase sempre o lado dos funcionários o que me trouxe alguns dissabores.&lt;br /&gt;2 – É um trabalho solitário. Na maioria das instituições que eu conheço a equipa técnica (?) era composta por eu, eu e mais eu. Ou seja só há um técnico superior, o que torna a tarefa, já por si complicada, ainda mais difícil. Mesmo a minha ex-instituição que tinha 55 funcionários eu era o único técnico superior, exceptuando as educadores de infância. Senti-me muitas vezes sozinho nas tomadas de decisões mais difíceis, apesar de ter um bom grupo de trabalho com as coordenadoras das várias valências. A direcção nem sempre me dava as respostas que eu procurava ou demorava muito tempo a decidir.&lt;br /&gt;3 – Ausência de “estatuto”. Não há um perfil ou uma categoria para o DT. O que na prática significa que nas funções, vencimentos e autonomia o DT está completamente dependente da Direcção. O que é curioso é que a lei [DN 12/98 dos lares (norma IX, ponto1) e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.socialgest.pt/_dlds/DN62.99IDOSOS_SAD.pdf"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DN 62/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (norma X, ponto1) do SAD] exige um DT na direcção técnica, mas o Contracto Colectivo de Trabalho para as IPSS esquece-se de incluir essa categoria! Mas voltarei a esse assunto mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Considero o tempo que fui DT como uma aventura. Uma aventura de crescimento pessoal e profissional e de desenvolvimento e expansão da instituição. Foi uma altura para construir relações pessoais e profissionais, que no fundo são a chave para o sucesso ou insucesso na direcção técnica de uma IPSS.&lt;br /&gt;Posso dizer que apesar dos problemas que existem sempre, que adorei ser DT. Acho que o poder que o DT tem para fazer o bem e ajudar as pessoas (comunidade, funcionários, utentes, famílias) é claramente superior aos obstáculos que enfrenta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SSwvpt1hUUI/AAAAAAAAAAw/5Mbuz8-RsPc/s1600-h/ler.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/490892363763628284-5912757556379170128?l=luisjacob.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luisjacob.blogspot.com/feeds/5912757556379170128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=490892363763628284&amp;postID=5912757556379170128' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/490892363763628284/posts/default/5912757556379170128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/490892363763628284/posts/default/5912757556379170128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luisjacob.blogspot.com/2008/11/como-criar-um-blog.html' title='A aventura de ser Director Técnico'/><author><name>Luis Jacob</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938466378299070456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://4.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SSwsQC0BFpI/AAAAAAAAAAU/IJ4hcM4Psmc/S220/euesses.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nEMc-N63KXk/SS3D1boUv_I/AAAAAAAAABY/5acEj7wulSg/s72-c/IM000442.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
